quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

À descoberta de Vila Real



Museu da Vila Velha

No dia onze de novembro, visitámos o Museu da Vila Velha.

Durante o trajeto fomos observando os nomes das ruas, os estabelecimentos comerciais e as instituições. Perto do edifício do museu, vimos  uma taberna com um nome muito engraçado « Baca  Belha».
No museu, fomos recebidos pelo professor João que nos falou sobre a história de Vila Real.
Gostámos de saber que foi o rei D. Dinis, que fundou Vila Real em 1289, com o nome de Vila Real de Panóias e que as portas de Vila  se situavam perto do museu. Foi interessante concluirmos que a Vila Velha tem este nome por ter sido ali que começou Vila Real e não por não ter tido obras, como nós pensávamos.
D. Dinis escolheu  aquele terreno por ser de difícil acesso, uma vez que fica nas escarpas da margem direita do rio Corgo e da margem esquerda do rio Cabril. 
A entrada  de Vila Real situava-se no atual Largo dos Freitas e tinha duas torres por cima dessa entrada. Mais ou menos 200 ou 300 anos depois, as torres caíram e foi construída uma capela sobre as portas da Vila onde foi colocada uma santa, a Nossa Senhora do Desterro, que vimos no museu.
Nas portas da Vila também existiam umas fissuras que representavam as medidas de comprimento utilizadas em Vila Real de Panóias, a vara (1,9 m)  e o côvado (69 cm). As portas da Vila foram demolidas em 1863.
Antes de D. Dinis fundar Vila Real de Panóias, já esta tinha sido habitada na Pré- história. Sabemos isto porque foram encontradas peças (pratos, pesos, etc.) que vimos no museu.
          Aprendemos muitas mais coisas sobre a história de Vila Real e vamos continuar a pesquisar ao longo do ano.
         Também visitámos o espaço circundante ao museu. Vimos a foz  do rio Cabril com o rio Corgo, a ETAR, o cemitério de S.Dinis e  a igreja com o mesmo nome.
       Descobrimos a matemática no portão do cemitério e na torre da igreja (figuras geométricas, simetrias, sequências…)
Foi uma tarde de muita aprendizagem.



No interior do Museu


 



Anotando para mais tarde recordar





Ouvindo a história da Senhora do Desterro
A representação das medidas (vara e côvado)

A parte de trás da Senhora do Desterro (diz-se que é uma santa sem costas)




Vestígios de povos (por exemplo romanos)que viveram no sitio onde nasceu Vila Real muito antes de D.Dinis ter concedido foral a Vila Real de Panóias


No sítio onde se situavam as Portas da Vila

À descoberta do meio envolvente ao Museu da Vila Velha


Observa-se a paisagem, no miradouro, por trás do cemitério

Registam-se os nomes das ruas

Olhem lá ao fundo a ETAR!


Ali o rio Cabril encontra-se com o rio Corgo


Também se fizeram desenhos sobre a saída à Descoberta de Vila Real




A igreja de S. Dinis






 
Dentro do cemitério








terça-feira, 24 de novembro de 2015

À descoberta de Vila Real

                                                                            A Junta de Freguesia de Vila Real

No dia 23 de outubro veio à nossa sala o senhor professor António Ribeiro. Veio representar a Junta de Freguesia de Vila Real e responder às nossas perguntas.
Os colegas do 3º B vieram para a nossa sala. 
 Também nos mostrou o projeto da futura bandeira da Freguesia de Vila Real.
Esta é a freguesia a que pertence a nossa escola.

A entrevista:                                                                                              

Entrevista ao senhor professor António Ribeiro, representante da Junta de Freguesia de Vila Real que veio à nossa escola, no dia 23 de outubro de 2015
Sofia- Em que ano nasceu a Freguesia de Vila Real?
R: Em  2012.
Tomás - Quem faz parte da Junta de Freguesia?
R: O presidente, 1 secretário,1 tesoureiro e 2 vogais.
Sofia- Quantas escolas existem na Freguesia de Vila Real?
R: Entre 6 ou 7.
Matilde- Quantos habitantes existem na Freguesia de Vila Real?
R: Entre 15 000 e 20 000.
Sofia- A Freguesia já ganhou algum prémio?
R. A freguesia candidatou-se a alguns projetos e ganhou. Ficou em segundo lugar no torneio de futebol “inter-freguesias”…
Gonçalo Almeida- A freguesia já tem uma bandeira?-
R: Ainda não. Estamos a tratar disso. Trago, para vos mostrar, o projeto para a bandeira.

(O senhor professor, mostrou, num power point, o projeto para a bandeira. Explicou o que representam todos os desenhos que vão fazer parte da bandeira.

Ficámos a saber

População
Entre 15 000 e 20 000

Bandeira
Está em construção e o projeto é este

A junta de freguesia é constituída por cinco pessoas:
Presidente
Tesoureiro
Secretário
Dois vogais

Instituições
Escolas: Agrupamento de Escolas Diogo Cão:
·       Escola Básica de Árvores
·       Escola Básica número dois (Bairro S. Vicente de Paulo)
·       Escola Camilo Castelo Branco; Escola de S.Pedro

(vamos procurar outras) 


Matilde e Tomás


A planta fisalis

A planta fisalis

   No dia vinte e sete do mês de outubro de dois mil e quinze, dois alunos da escola das Árvores da turma do terceiro A, José Pedro e o Gonçalo Almeida foram plantar uma planta chamada fisalis .
Foi o José Pedro que a trouxe. Daremos notícias sobre ela ao longo do ano.
José Pedro e Gonçalo Almeida



        


Os meus canários (continuação)

                                    

                                                                 Os meus canários na escola
                   No dia 19 de outubro trouxe para a escola um casal de canários. Os meninos fizeram perguntas. Queriam saber porque é que eles estavam separados. Expliquei-lhes que só se podem juntar na primavera. Eles vão ficar cá e veremos o que acontece. Agora vamos escolher um nome para os canários.
                   Eu e o José Pedro estamos a cuidar deles.
Já passaram uns dias batizámos os canários. O nome da canária é Branquinha e do canário é Manchinhas.
A minha parte preferida foi quando os batizámos. 


Eu a ler os nomes que os meus colegas escolheram.

O Manchinhas. 



A Branquinha. 




Os meus canários nas férias
                   Os meus canários nas férias não me deixaram dormir muito bem. Eles acordavam-me às 8 ou 9 horas da manhã.
                     Todos os dias ia ver na minha varanda se eles estavam bem.
         Fui de férias, para o Algarve, alguns dias, e tive saudades dos meus canários. Quando regressei verifiquei que eles mudaram um bocadinho de cor amarela para vermelha.
         Os meus canários são um encanto.

Gonçalo Almeida

terça-feira, 10 de novembro de 2015

O ar

Medindo a massa do ar

O Ensino Experimental é essencial para alimentar a curiosidade das crianças.

Esta experiência já foi realizada em maio. Não efetuámos a sua  a postagem.
Achamos que continua a fazer sentido a sua divulgação.

carta de planificação


Ideias de alunos sobre o ar

 

Planificação e registo da experiência





Realização da experiência




Registos da observação e conclusão

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

As expressões e a Natureza


Trabalhos com elementos da Natureza
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 


Na nossa sala fizemos trabalhos com elementos da Natureza. Representámos: peixes, burros, cavalos, pessoas... com sementes e frutos e com folhas, coladas em cartões, das caixas do leite: ouriços-cacheiros, ornitorrincos, burros, etc.

A professora disse que o professor Luís já tinha um sítio, para os expormos. Ficam à vista para todos os alunos da escola os poderem observar.

         No dia 29 de Outubro de 2015 o professor Luís disse que já podíamos fazer a exposição. Foram fazer isso os alunos que terminaram de lanchar primeiro: o David, o Tomás, o Gonçalo Nóbrega, o Ruben e o Tiago. Cada um levou uma caixa com as representações de animais.

Depois de tudo arrumado, a campainha tocou e os alunos regressaram à sala de aula.

Toda a turma adorou realizar estas produções. Achamos que fomos muito criativos.

Tiago